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Apesar das dificuldades Jaqueline Adora a Deus com todo o seu Amor!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Irmãs pela fé: Alina

Viajando por um país da Ásia Central há alguns meses, uma equipe da Portas Abertas conheceu três mulheres. Todas deram sua vida para Cristo e agora pagam o preço de sua fé. Leia o testemunho de Alina
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Alina tem 39 anos e trabalha como professora-chefe em uma das escolas de ensino médio da região. Ela se tornou cristã há sete anos e é mãe de quatro crianças; três delas estão na escola.

Atualmente, os professores assediam as crianças pela sua fé ao não permitirem que elas mencionem que são cristãs e por forçá-las a orar Namaz - a oração muçulmana. Recentemente, o governador do país assinou uma lei que permite ensinar e estudar as principais religiões do mundo. Os estudantes e seus pais têm o direito de escolher qual religião eles preferem estudar ou ainda podem optar em não participar. A maioria dos estudantes escolheu estudar o islã, já que vivem em um país muçulmano. Não há professor de cristianismo na escola.

O professor de estudos islâmicos tem pressionado os filhos de Alina a aceitarem o islamismo, mesmo sabendo que eles são cristãos. Ele também os força a fazerem orações muçulmanas.

"Eu temo pelos meus filhos. Eu não sei o que esperar", compartilha Alina com os olhos cheios de lágrimas. "Todos os dias eu os envio para a escola e não me preocupo com suas notas. Minha única oração é para que eles não sejam zombados ou mal tratados por sua fé." O marido de Alina a abandonou com seus quatros filhos há seis anos, após saber que sua esposa havia se tornado cristã.

Ore por Alina e seus filhos, para que o Senhor os proteja do assédio na escola por causa de sua fé.

*Nome alterado por motivos de segurança. 

Transforme o dia de ir à igreja em um dia de agir pela Igreja!

Domingo, dia de ir para a igreja. Dia de encontrar os irmãos, dia de cultuar em conjunto, dia de aprender novas lições sobre a Palavra de Deus. Para os cristãos de Marrocos, porém, domingo é dia de tomar cuidado
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 De acordo com a Classificação da Perseguição Religiosa, Marrocos é o 44º país onde os cristãos são mais perseguidos. Para os cristãos marroquinos, domingo é dia de vigiar pela janela, dia de esconder a Bíblia entre as almofadas do sofá, dia de orar fervorosamente para que a polícia não irrompa porta adentro e leve o pequeno grupo de cristãos para a delegacia.
O domingo não é igual para todos os cristãos ao redor do globo. Em cerca de 60 países, como no Marrocos, seguir a Jesus envolve pagar um alto preço.

No dia 25 de maio deste ano, milhares de cristãos brasileiros transformarão o domingo de culto em um Domingo da Igreja Perseguida, e irão incluir em seu momento de comunhão outras pessoas que compartilham da mesma fé, mas não da mesma liberdade.
Leve a Igreja Perseguida para o seu domingo também! Ainda dá tempo de participar. Acesse www.domingodaigrejaperseguida.org.br para se inscrever gratuitamente e receber mais informações.
Há 26 anos, a Portas Abertas realiza o DIP – Domingo da Igreja Perseguida, evento que tem o objetivo de engajar a Igreja brasileira na causa dos cristãos perseguidos por amar a Jesus. Em 2013, tivemos o envolvimento de 5.021 organizadores e igrejas brasileiras que se comprometeram a orar e socorrer a Igreja Perseguida, fazendo a diferença.
FontePortas Abertas Brasil

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Lutando numa posição de vitória

O mais populoso país da África, com mais de 120 milhões de habitantes, está praticamente dividido entre o norte, de maioria muçulmana, e o sul, predominantemente cristão
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As relações entre cristãos e muçulmanos têm ficado cada vez mais tensas desde que doze Estados do norte da Nigéria, de maioria muçulmana, adotaram a Lei Islâmica (Sharia). O medo das consequências de aceitar a Cristo, como Senhor e Salvador, tem mantido muitas pessoas nas trevas. Mas a Portas Abertas continua recebendo relatórios de que muitas conversões estão acontecendo.

Para ajudar os cristãos dessas regiões a ficarem firmes em Cristo, a Portas Abertas tem ministrado para os pastores e líderes das igrejas o seminário Permanecendo Firmes Através da Tempestade (PFAT). Abaixo podemos ver alguns testemunhos de pastores que já participaram desse treinamento e que agora poderão capacitar outros.

"O seminário estimulou-me a orar e a estudar a Palavra e a preparar minha congregação para enfrentar a perseguição, e responder a ela da forma como Deus quer. Antes eu sentia ódio por esses fanáticos que nos matam e incendeiam nossas igrejas. Mas agradeço à Portas Abertas por este seminário porque, através dele, toda a minha atitude mudou e espero fazer diferença na vida dos membros da minha igreja", disse um pastor nigeriano.

"Com exceção da roupa que eu estava usando, eu perdi tudo durante um conflito religioso no norte da Nigéria. A igreja que eu pastoreava foi incendiada e muitas pessoas da minha congregação perderam a vida e os sobreviventes foram dispersos. Depois que se passa por tal dificuldade e sofrimento, estabelece-se um grande desânimo. Mas, o seminário (PFAT) me encorajou. Ele me fez perceber que sou mais que vencedor em Cristo, e que não estamos lutando numa posição de derrota, mas de vitória", contou outro pastor nigeriano

Pedidos de oração
• Agradeça a Deus pelas pessoas que foram e ainda são abençoadas através do PFAT. Ore pelas equipes da Portas Abertas que ministram o seminário pelo país.
• Interceda para que os cristãos e suas lideranças possam colocar em prática tudo quanto têm aprendido nos seminários.

O texto acima foi retirado do site do Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2014, que tem como tema "Pastores e líderesafricanos". Toda semana, novos pedidos de oração são publicados. Acompanhe!
 
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoMarcelo Peixoto
 


Pastores da Igreja Perseguida na China e na África

Observando-se os relatos bíblicos e a história da Igreja, percebe-se que onde há seguidores de Cristo, ali haverá um pastor. Porém, desempenhar o ministério como Deus quer, requer conhecer a Bíblia. Isso vale tanto para pastores da Igreja brasileira como da Perseguida
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É disso que fala Fai*, pastor de uma grande metrópole na China (37º país na Classificação da Perseguição Religiosa ). Ele comenta que, tradicionalmente, a Igreja chinesa tem se preocupado com o crescimento numérico. “Ela não se preocupa com o crescimento espiritual das pessoas. Mas ao estudar a Bíblia, descobrimos que Jesus nos chama a fazer discípulos”.
Fai prossegue dizendo que, hoje, as igrejas em seu país são muito complicadas. “Há muitas atividades. Quando olho para a minha igreja como seu eu fosse alguém de fora, me pergunto: ‘Estamos fazendo eventos ou discípulos?’. Se não tiver discípulos, de que serve a igreja?”.
Liderança pelo exemplo
É, talvez pensando nos discípulos, que o apóstolo escreveu que os pastores devem ser “exemplos para o rebanho”. Madu*, pastor na Nigéria (14º país na Classificação), conta que isso só é possível de joelhos.
Ele atua em uma cidade do norte da Nigéria que tem sofrido com a atuação de um grupo terrorista. Ele se lembra de um ataque em que 15 igrejas foram bombardeadas e 200 pessoas morreram. Casado, pai de quatro filhos e pastor de 400 cristãos, Madu comenta que perseverar e fortalecer a congregação só é possível pela fé.
“Como pastor, tenho de me pôr de joelhos e pedir a Deus que me dê forças para prosseguir. Também oro por meu povo. Como líder, não posso fugir; devo permanecer com eles, liderá-los através de meu exemplo, encorajá-los e ensiná-los na Palavra de Deus. É difícil, e quando a pressão aumenta, ficamos confusos. É aí que oramos pedindo força. E Deus tem nos ajudado. Esta é a obra de Deus.”
Domingo da Igreja Perseguida (DIP)
Você pode abençoar pastores e líderes africanos como Madu. Ao cadastrar a sua igreja para realizar o DIP no dia 25 de maio, você contribui com a divulgação da causa da Igreja Perseguida para mais pessoas, mobilizando cristãos brasileiros a orar e contribuir no apoio aos nossos irmãos. Pastores e líderes fortes, igrejas fortes. Participe!
*Nomes trocados por motivos de segurança.
Fonte: Revista Portas Abertas



domingo, 27 de abril de 2014

190 meninas permanecem desaparecidas na Nigéria

As meninas foram sequestradas por militantes islâmicos na semana passada. O ataque e sequestro ocorreram em um internato na cidade de Chibok, no Estado de Borno, noroeste do país. Os familiares das adolescentes afirmam que o número de estudantes sequestradas é de 234, muito maior do que o divulgado pelo governo local. Portas Abertas Brasil
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"Por favor, pedimos aos militantes que mostrem piedade e libertem nossas filhas", diz o pai de uma das meninas, em carta entregue ao Serviço Africano da BBC. Cerca de 40 delas conseguiram fugir de seus captores, segundo Asabe Kwambura, diretora do colégio onde elas foram sequestradas.

Desde a semana passada, os pais das jovens continuam a busca pelas estudantes, chegando até a entrar em um bosque considerado bastião do temido grupo islâmico radical Boko Haram, apontado como o autor do sequestro.
O grupo, cujo nome significa "a educação ocidental é proibida" na língua local hausa, ataca frequentemente instituições de ensino. Mas o grande sequestro em Chibok não tem precedentes.

Bashir Sa'ad Abdullahi, jornalista do Serviço Hausa da BBC, afirmou que muitos pais já perderam a esperança de que os militares resgatem suas filhas. Abdullahi afirmou que acredita-se que "as jovens são mantidas presas em um bosque chamado Sambisa, um terreno muito difícil que é refúgio dos militantes". O Boko Haram não emitiu nenhum comunicado sobre o ataque, mas as autoridades garantem que o grupo é o autor do sequestro.
Ataques do Boko Haram na Nigéria já deixaram 1,5 mil mortos no último ano, segundo a Anistia Internacional.

"Vi com meus próprios olhos"Duas mulheres que foram sequestradas em outro incidente pelo grupo e conseguiram escapar contaram para o correspondente da BBC na Nigéria Will Ross, como foi o sequestro.

"Me perguntaram se eu era cristã ou muçulmana. Respondi que era cristã. Depois de alguns dias trouxeram um homem e disseram que eu tinha de me converter ao islã e me casar com ele", relatou uma jovem de 23 anos.
A jovem acrescentou que os muçulmanos que trabalhavam para o governo foram executados e ela foi levada para o bosque de Sambisa, onde a matança continuou.
"Usaram facas para degolar homens e mulheres, especialmente os homens que se negavam a lutar junto com eles. Vi com meus próprios olhos como mataram cerca de 50 pessoas."

Pedidos de oração
  • Ore pelas meninas que permanecem sequestradas, para que Deus as livres de ferimentos graves e de serem mortas por seus captores.

  • Peça a Deus que console e traga esperança às famílias que estão aflitas por causa de toda essa situação.
Clame pelos cristãos na Nigéria que têm sofrido com a perseguição religiosa. Peça ao Senhor para eles fiquem firmes na fé apesar das circunstâncias.
FonteBBC

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Irmãs pela fé: Rita

Viajando por um país da Ásia Central há alguns meses, uma equipe da Portas Abertas conheceu três mulheres. Todas deram sua vida para Cristo e agora pagam o preço de sua fé. Leia o testemunho de Rita.
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Rita se tornou cristã cinco anos atrás e, desde aquele momento, ela não consegue imaginar sua vida sem Cristo. Como resultado de sua jornada com o Senhor, ela não consegue se calar sobre Deus e está sempre compartilhando com outras pessoas sobre Cristo e sua salvação.

Alguém disse a ela: "Rita, seja cuidadosa com o jeito que você compartilha sobre Jesus com as pessoas em nosso país. Não se esqueça de que você vive em um país muçulmano, onde muitas pessoas podem não gostar do que você compartilha!". Rita frequentemente responde: "Minha vida está nas mãos de Deus. Todos os aspectos da minha vida estão em suas mãos, incluindo a minha segurança".
Recentemente, um oficial muçulmano visitou a residência de Rita. Ele trabalha na estação policial. Ele disse para Rita: "Se você não parar de contar para as pessoas sobre Cristo, eu vou fazer tudo que eu puder para que você não tenha paz em sua vida!"
"Eu vejo isso como uma guerra espiritual", compartilha Rita com os colaboradores da Portas Abertas. "Eu tenho a impressão que o diabo tentará me atacar por todos os meios possíveis!"
Após uma briga em função da fé de Rita, seu marido pegou toda sua literatura cristã e Bíblias e tentou forçá-la a queimar tudo. Quando Rita se recusou, ele queimou todos os livros no quintal de sua casa. Quase todos os parentes passaram a rejeitar Rita, considerando-a como a vergonha da família. Rita tem 37 anos e é mãe de duas crianças pequenas.

Ore por Rita e seu desejo de compartilhar Cristo com todos à sua volta. Peça ao Senhor que a proteja das autoridades locais que a perseguem por causa de sua fé.

*Nome alterado por motivos de segurança
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoCecília Padilha