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Apesar das dificuldades Jaqueline Adora a Deus com todo o seu Amor!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Muçulmanos invadem aldeia cristã e crucificam nove

Muçulmanos invadem aldeia cristã e crucificam nove
1/07/2014 - 14:17 - Atualizado em 2/07/2014 - 10:22
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos vem divulgando constantemente os horrores da guerra na Síria. Tendo se iniciado há mais de três anos, já resultou em 162 mil mortos e mais de nove milhões forçados a saírem de suas casas.
No embate entre as forças do governo e os rebeldes, de duas facções islâmicas distintas, os cristãos foram pegos no fogo cruzado e são o grupo que mais sofre nessa guerra. Quando os rebeldes invadem as aldeias e cidades cristãs da Síria, geralmente punem seus moradores por não servirem a Alá e por serem aliados do governo do presidente Bashar al-Assad, que nunca perseguiu os cristãos do país.
Os guerrilheiros do exército do Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS), vem chamando atenção da mídia internacional pelas demonstrações de crueldade nesta guerra. Seu objetivo declarado é criar um estado islâmico em áreas sunitas do Iraque e na Síria.
Neste final de semana, deram dois sinais claros que as coisas estão saindo de controle novamente. Após as eleições recentes, esperava-se que o ritmo da guerra diminuísse e a paz fosse negociada.
Porém, foram divulgadas imagens da ação do ISIS na província cristã de Aleppo, no norte do país.  Nove homens foram crucificados em público.  A acusação era de apostasia (afastar-se da verdadeira fé muçulmana). Um deles, que não teve seu nome divulgado, conseguiu sobreviver depois de ficar crucificado por oito horas. Ele contou que foram torturados após os jihadistas invadirem sua aldeia, e condenados a pagar por sua falta de fé.
Os corpos dos demais homens ficaram na praça principal da vila por três dias, como um sinal de força do ISIS. No início do mês passado, foram divulgadas imagens de cristãos sendo crucificados por soldados do ISIS na cidade de Raqqa.
Neste domingo (29), uma gravação postada na internet anunciou para o mundo que os jihadistas do ISIS estão reestabelecendo o califado. Esse regime político, desaparecido há um século, significa na prática que seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, agora é o califa, e portanto será o líder dos muçulmanos em todas as partes do mundo.
Segundo o que essa organização terrorista, que nasceu no seio da Al-Qaeda, tem divulgado, pretendem instituir um regime fundamentalista islâmico em todo o Oriente Médio e norte da África. Isso pode ser visto como uma declaração de guerra a Israel, a quem eles prometeram aniquilar. Também pode ser encarado como uma ameaça real a todos os cristãos que vivem nessas áreas.  Com informações de Telegraph e Yahoo

Construção de igreja na Argélia é proibida pelas autoridades

Construção de igreja na Argélia é proibida pelas autoridades
A comunidade cristã em Maatkas, no norte da Argélia, recebeu de um membro um terreno para a construção de um local de culto.
Para poder erguer o templo, os líderes da igreja tiveram que pedir permissão para o governo que negou o pedido. Temendo a rejeição do pedido, os líderes da comunidade cristã já haviam solicitado a construção para uma habitação/residência, omitindo que o espaço seria usado para cultuar a Deus.
“Quando se trata de um grupo de cristãos, há todos os tipos de desculpas para a oposição das autoridades. Isto é discriminação contra a comunidade cristã”, disse um dos líderes.
Com o pedido de construção rejeitado, o espaço de terra doado não poderá ser usado pela comunidade até que uma nova decisão seja emitida favoravelmente aos cristãos.
“Sabemos que nossa luta não é contra homens, mas contra os poderes das trevas. Nossa comunidade vai continuar em oração até que consigamos o documento”, afirmou o religioso.
Na Argélia os cristãos são minoria, mais de 97% se declaram muçulmanos e 2,9% não possuem religião. Os cristãos representam 1% da população do país, e enfrentam diversas dificuldades por conta da fé. A Argélia ocupa o 32º no ranking de perseguição contra cristãos realizado pelo ministério Portas Abertas.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Biografia de John Paton, o missionário dos mares do sul

Um Lar Piedoso

— John Gibson Paton (1824-1907) era um missionário pioneiro nas ilhas Novas Hébrides (hoje Vanuatu) ao sul do oceano Pacífico. Converteu-se ainda criança e logo se dedicou ao Serviço do Senhor Jesus Cristo. Iniciamos uma série de artigos baseados em sua biografia que foi publicada em dois volumes em 1889. Um terceiro volume, escrito pelo seu filho Frank, e publicado em 1910, trata dos seus anos finais:
Nasci em 24/05/1824 numa pequena casa na fazenda de Braehead, na paróquia de Kirkmahoe, perto de Dumfries, no sul da Escócia. Meu pai, James Paton, era fabricante de meias em pequena escala; ele e a sua jovem esposa, Janet Jardine Rogerson, viviam uma afetuosa amizade pessoal com o fazendeiro, por isso deram-me o nome dele, John Gibson.
Enquanto criança, mais ou menos cinco anos de idade, meus pais levaram-me para um novo lar na aldeia de Torthorwald, distante 7 km ao norte de Dumfries. Nessa época, cerca de 1830, Torthorwald era apenas uma aldeia, movimentada e próspera, e comparativamente populosa com seus rendeiros, chacareiros, fazendeiros, em grande e pequena escala, ferreiros e alfaiates. Lá, nessa vida em uma aldeia sadia e ventosa, os nossos queridos pais encontraram seu lar por um período de quarenta anos. Ali nasceram mais oito filhos, constituindo uma família de cinco filhos e seis filhas.
Nosso lugar de culto era a Igreja Presbiteriana Reformada, em Dumfries. Diz a tradição, que em quarenta anos meu pai só faltou ao culto do Senhor por três vezes. Todos nós, desde bem novos, não considerávamos ser um castigo, antes uma grande alegria, acompanhar o nosso pai às reuniões da igreja. Realizávamos também leituras especiais da Bíblia nos domingos à noite – mãe, filhos e visitantes lendo por vez, com perguntas, respostas e exposições novas e interessantes, tendo o propósito de nos impressionar com a graça infinita de um Deus de amor e misericórdia no grande dom do Seu Filho amado, Jesus Cristo nosso Salvador.
Embora com menos de doze anos de idade, comecei a aprender o ofício de meu pai, no qual fiz progresso surpreendente. Trabalhávamos das seis da manha até às dez da noite, com meia hora para o café da manhã, uma hora para o almoço e outra para o jantar. Nestes momentos me dedicava diariamente aos estudos, principalmente com as primeiras noções de latim e grego, pois eu tinha entregue minha alma a Deus e tinha resolvido ser missionário da Cruz ou um ministro do Evangelho. Todavia, testifico com alegria que o que aprendi no tear, ao fabricar meias, não foi sem valor. A habilidade em usar ferramentas, vigiar e manter as máquinas, viria ser de grande valor no campo missionário. Continue lendo em: http://veredasmissionarias.blogspot.com.br/2014/07/biografia-de-john-paton-o-missionario.html